Meus senhores, podem gozar as mais-valias
«Os principais suspeitos de terem alegadamente beneficiado de informação privilegiada na oferta pública de aquisição (OPA) que o BCP lançou, em Março de 2006, sobre o BPI mantiveram as mais-valias realizadas nesse período, na sequência do arquivamento pelo Ministério Público (MP) do processo iniciado pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM). O caso morreu por falta de provas, permitindo a Joe Berardo e Patrick Monteiro de Barros encaixar cerca de um milhão de euros, cada, com a negociação de acções do BPI.»
Ver Mais no DN.
Nunca existem provas suficientes para apanhar determinadas aves de rapina.
Ver Mais no DN.
Nunca existem provas suficientes para apanhar determinadas aves de rapina.

